Sou um homem de ideias um tanto confusas, admito. Há vezes que não compreendo nem a mim mesmo. Faço avaliações o tempo todo. Mal comparando, certas vezes sou dual, como um desses áudios de filmes ripados que baixamos da internet. Fico em cima do muro por alguns instantes. Não por muitos, por alguns, eu disse, porque sempre pendo para um dos lados do muro. Eu avisei que sou confuso.
Quando se trata de programas televisivos, sempre faço alguma mínima análise para saber se são dignos de serem assistidos. À maioria deles, não assisto. Alguns são bons pela metade. Outros são uma merda, como esses chamados reality shows, A fazenda, Big brother, Casa dos artistas, tudo merda do mesmo buraco. (Não sei por que o meu editor do Word não quer reconhecer a palavra “merda”, será que ele assiste à Fazenda?)
Mas ainda há, para nossa surpresa, na TV aberta, bons programas de televisão. Cito alguns: Provocações, Roda Viva, Letra Livre, Univesp, Rumos da Música, Café filosófico, entre outros; todos exibidos pela TV Cultura. Há alguns exibidos por outras emissoras que se enquadram, na minha opinião, no que chamei acima de “bons pela metade”. Mas são poucos. A maioria é mesmo de todo ruim.
É que, os anos e as leituras produziram e continuam a produzir em mim um anticorpo suficiente para combater certas doenças do mundo moderno. Certos programinhas de televisão, por exemplo, bem como certas leituras ou certas músicas. Sinto verdadeira ojeriza (aversão) ao ver, ainda que seja de relance, a banheira do Domingo legal ou o Domingão do Bestão. Tenho ânsia de vômito. Asia. Tudo que não presta. Agora falei com pura sinceridade; e até com certa raiva, confesso. Como diz Humberto Gessinger, do Engenheiros do Hawaii, em uma de suas belíssimas e inteligentes canções, não consigo ver “graça nas gracinhas da TV” e “morro de rir no horário eleitoral”.
Quando se trata de programas televisivos, sempre faço alguma mínima análise para saber se são dignos de serem assistidos. À maioria deles, não assisto. Alguns são bons pela metade. Outros são uma merda, como esses chamados reality shows, A fazenda, Big brother, Casa dos artistas, tudo merda do mesmo buraco. (Não sei por que o meu editor do Word não quer reconhecer a palavra “merda”, será que ele assiste à Fazenda?)
Mas ainda há, para nossa surpresa, na TV aberta, bons programas de televisão. Cito alguns: Provocações, Roda Viva, Letra Livre, Univesp, Rumos da Música, Café filosófico, entre outros; todos exibidos pela TV Cultura. Há alguns exibidos por outras emissoras que se enquadram, na minha opinião, no que chamei acima de “bons pela metade”. Mas são poucos. A maioria é mesmo de todo ruim.
É que, os anos e as leituras produziram e continuam a produzir em mim um anticorpo suficiente para combater certas doenças do mundo moderno. Certos programinhas de televisão, por exemplo, bem como certas leituras ou certas músicas. Sinto verdadeira ojeriza (aversão) ao ver, ainda que seja de relance, a banheira do Domingo legal ou o Domingão do Bestão. Tenho ânsia de vômito. Asia. Tudo que não presta. Agora falei com pura sinceridade; e até com certa raiva, confesso. Como diz Humberto Gessinger, do Engenheiros do Hawaii, em uma de suas belíssimas e inteligentes canções, não consigo ver “graça nas gracinhas da TV” e “morro de rir no horário eleitoral”.
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