quinta-feira, 31 de março de 2011

Adeus, Alencar!!

Devido à dedicação exclusiva ao trabalho, aos estudos para concursos públicos (suspensos pela presidenta Dilma, é verdade) e um pouco de desleixo (também é verdade), quase que tenho sumido deste espaço. Hoje, volto para deixar aqui os meus pêsames à família Alencar.

Pelos depoimentos exibidos em sítios e jornais televisivos, notamos o quanto Alencar era querido, pelos empresários e pelo público em geral. Olavo Machado, presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), por exemplo, a respeito de José Alencar, disse o seguinte: "Perdemos o nosso presidente de honra, mas fica o carisma e a determinação de uma pessoa que virou o maior industrial do país."

Eu, claro, não o conhecia pessoalmente, mas quero aplaudir o ex-vice-presidente, José Alencar, por pelo menos duas razões: primeiro, por ter me emocionado com sua vontade de vencer aquele maldito câncer; e segundo, por ter sido um homem público que tenha construído uma imagem de caráter. Alencar morreu, mas seu carisma e sinceridade o eternizarão entre os brasileiros.

Da minha parte, dedico os meus sinceros pêsames à família deste grande homem que, independentemente de qualquer coisa, emocionou o Brasil.
Que Deus o tenha, Alencar!!

quinta-feira, 17 de março de 2011

O que foi aquilo, meu Deus?


Bebê japonês nos braços da mãe, em abrigo, no Japão
Por diversas vezes já declarei, aqui neste espaço e em outros lugares, que a observação exerce certo fascínio sobre mim. Minha fórmula é simples: observo e reflito. Depois disso, várias são as conclusões e entendimentos a que chego. Na verdade, há vezes que, depois de muitas reflexões, não chego a conclusão alguma.
Como a maioria das pessoas, dependendo do que observo, fico assombrado, assustado ou embasbacado; e o que vejo demora para ser dissipado de minha mente.
Foi assim que me senti na quinta-feira passada, 11, ao ver as imagens do tsunami que abalou o Japão. Enquanto via as filmagens captadas ao vivo, juro que meu coração acelerou durante alguns minutos.
A meu ver, não existe explicação simples para esse tipo de acontecimento. Tamanho desastre me leva a duvidar até mesmo das teorias da Ciência, que, produzida por homens como eu e você, é limitada; e pode até estar errada.
Quando questionados, explicam os estudiosos que o ocorrido no Jãpão se trata de placas tectônicas que se chocam, etc, etc, etc...
Dou bastante crédito ao que leio e ouço de estudiosos; e, mais do que isso, em seus estudos baseio muito do que digo e acredito; no entanto, se alguém me perguntar hoje o que foi que aconteceu quinta-feira com o Japão, ouvirá de mim a seguinte resposta: não sei.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Restart... Ooolha, que bonitinhos!!



Meu amigo, o que essa garotada anda vendo ou estudando, hein?! Olha só o que esse garoto diz sobre tocar no Amazonas. Melhor seria que tivesse ficado calado; ou, pelo menos, dito que não sabia nada sobre a Amazônia.