De Brasília
31/05/2011
O ministro Fernando Haddad (Educação) defendeu nesta terça-feira o livro "Por uma Vida Melhor", distribuído pelo governo federal a 4.236 escolas de educação de jovens e adultos.
A obra causou polêmica ao afirmar em um trecho sobre a diferença da linguagem oral e escrita: "Você pode estar se perguntando: 'Mas eu posso falar os livro?'. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico".
Alguns parlamentares, que chamaram Haddad a se explicar na comissão de Educação do Senado, afirmam que a obra, ao defender essa posição, é leniente com o erro. Para Marisa Serrano (PSDB-ES), o texto deveria deixar claro que é a norma culta que vai permitir ao aluno melhorar de vida.
Já Haddad disse que a obra não preconiza o erro, mas sim defende que há formas de falar adequadas a determinados contextos e que essa abordagem é tomada desde os parâmetros curriculares nacionais de 1997.
Ele disse ter ficado "assustado" com o fato de diversos críticos da obra terem depois reconhecido que não a tinham lido e citou estudiosos que defendem a abordagem do livro, como o diretor-executivo do Instituto FHC, Sérgio Fausto.
31/05/2011
O ministro Fernando Haddad (Educação) defendeu nesta terça-feira o livro "Por uma Vida Melhor", distribuído pelo governo federal a 4.236 escolas de educação de jovens e adultos.
A obra causou polêmica ao afirmar em um trecho sobre a diferença da linguagem oral e escrita: "Você pode estar se perguntando: 'Mas eu posso falar os livro?'. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico".
Alguns parlamentares, que chamaram Haddad a se explicar na comissão de Educação do Senado, afirmam que a obra, ao defender essa posição, é leniente com o erro. Para Marisa Serrano (PSDB-ES), o texto deveria deixar claro que é a norma culta que vai permitir ao aluno melhorar de vida.
Já Haddad disse que a obra não preconiza o erro, mas sim defende que há formas de falar adequadas a determinados contextos e que essa abordagem é tomada desde os parâmetros curriculares nacionais de 1997.
Ele disse ter ficado "assustado" com o fato de diversos críticos da obra terem depois reconhecido que não a tinham lido e citou estudiosos que defendem a abordagem do livro, como o diretor-executivo do Instituto FHC, Sérgio Fausto.
Fonte: Folha.com
Breve comentário: Eu não sei se a opinião de achar "normal" o livro 'Por uma vida melhor' é do próprio Haddad (ou se de algum assessor seu, o que não é totalmente improvável); independentemente disso, Fernando Haddad demonstrou, toda vez que se pronunciou sobre essa questão, ter mais sensatez linguística que a maioria dos que criticaram (sem ler) o livro.
0 comentários:
Postar um comentário