quarta-feira, 12 de junho de 2013

"DEPOIS DA TERRA", UM FILME FRACO

Dependendo do quanto o filme de Will Smith me impressionasse, prometi que voltaria a escrever sobre ele. Ele me impressionou, negativamente, porém. O filme é muito fraco. A história é bobinha e as atuações dos Smith não surpreendem. Com se isso não bastasse, a versão reproduzida no Cine Araújo era dublada (horrível, por sinal) e as imagens do filme não eram em 3d (o que seria perfeitamente possível, pelo mar de efeitos que o filme traz, e certamente aumentaria em dobro a qualidade visual da película). Quanto a este último aspecto, nem sei se o filme saiu na versão 3d, mas não poderia ter sido reproduzido dublado. Que dublagem boba era aquela?!

“Depois da Terra” me decepcionou. Eu juro que esperava mais. Eu sei que seria possível mais: uma história menos manjada, uma dublagem melhor (ou mesmo uma versão legendada, se não fosse querer muito), gráficos mais bem tabalhados (em algumas cenas imaginei que estivesse vendo um game de playstation 2), efeitos visuais em 3d. É lamentável dizer, mas o diretor M. Night Shyamalan deixou a desejar.

É claro que o filme não é totalmente ruim, mas o tempo todo tem de explicar ao cinéfilo o que está acontecendo, os conceitos científicos, o que o torna muito chato e nos faz pensar que somos muito idiotas. Outro ponto é que Will tenta forçar um certo protagonismo de seu filho, se esquivando de ser o centro das atenções do filme, e sabemos que isso não é comum em seus trabalhos. A impressão que dá é que o menino acaba quase que não tendo condições de suportar tanto protagonismo.

Finalmente, para explicar o motivo das minhas exigências com relação ao “Depois da Terra”, sugiro aos raros leitores que por aqui passarem que assistam “Prometheus”, do diretor Ridley Scott e lançado ano passado, que talvez compreendam melhor o que falei até aqui. Se possível, assistam a versão em 3d e legendado.

Para terminar de vez, não sou nenhum crítico de cinema profissional, apenas aprecio filmes. Portanto, discordâncias aqui neste espaço são absolutamente necessárias. Um abraço a todos e até o próximo filme ou próximo texto!

sábado, 8 de junho de 2013

VOU ASSISTIR "DEPOIS DA TERRA"!

Este é o mais novo filme de Will Smith. Como Will já é muito conhecido, falemos um pouco de seu filho, Jaden Smith. O menino parece mesmo ter muito talento e querer seguir a carreira do pai. Assim como o rapper Will, Jaden também canta. Gravou músicas com Justin Bieber. 

A estreia do menino no cinema ocorreu em 2006, no papel de "Christopher", no filme "À procura da felicidade". Depois, em 2008, Jaden fez “O dia em que a terra parou”, e em seguida participou de “The Karated Kid”, ao lado de Jackie Chan.

Em “After Earth”, ou “Depois da terra”, em português, depois de a Terra ter sofrido um cataclismo e se tornado um lugar hostil para se viver, os humanos foram forçados a se abrigarem no planeta Nova Prime. Com o pai (Will Smith) correndo risco de morte, o jovem adolescente deverá aprender sozinho a domar este planeta, encontrando água, comida e cuidando de seu pai.

Parece-me um filme muito interessante, com destaque para os efeitos visuais. Portanto, acho que valerá a pena assisti-lo. Depois de ver o filme, dependendo do quanto ele for capaz de me impressionar, voltarei a escrever sobre ele. 


Dê play e curta o trailer!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

FAROESTE CABOCLO, UMA SUPERPRODUÇÃO!

Depois de algum tempo longe deste espaço, volto a publicar incentivado por um filme que vi hoje no Cine Araújo: "Faroeste Caboclo". Mas, sejamos justos: não se trata de um filme qualquer. O filme de René Sampaio é uma superprodução nacional. Certamente encantará os cinéfilos deste país e, quiçá, de outros países.


Destaque para as atuações impecáveis e muito intensas de João (Felipe Boliveira) e de Ísis Valverde (Maria Lúcia), (uma das mais gatas atrizes da Globo).

É louvável ressaltar o trabalho desenvolvido por Philippe Seabra, responsável pela trilha sonora do filme, que ficou muito marcante, por sinal. 
Philippe também foi o cara que trabalhou na sonoridade de "Somos Tão Jovens", filme recentemente exibido nos cinemas e que contou como foi o começo da carreira de Renato Russo, vocalista da banda Legião Urbana. A escolha dos diretores pelo músico para fazer o som dos filmes se deu pelo fato de Phillippe ter sido amigo pessoal de Renato, além de ter sido um dos primeiros a ouvir a canção "Faroeste Caboclo".

Felipe Boliveira não foge da raia. Tem muita personalidade e encara seu papel com muita coragem. Ísis me surpreendeu. Ela se entrega completamente à personagem Maria Lúcia, que arranha sua imagem de atriz certinha, de papeis de boa moça. Surpreendeu-me mais ainda vê-la contracenando com um negro, tipo que em tudo se difere dos galãs globais que normalmente são convidados para atuarem ao seu lado.

Enfim, um filme de muitas emoções: ação, sexo, drogas, amores, paixões, tiros, sangue. Quem ainda não viu, veja, vale a pena, vale muito a pena!